domingo, 25 de julho de 2010

poesia : Horas

Horas


Ter como fim
O dogma do prazer
É simples e fácil
Vem no semblante
Escondido na escuridão
Do emblema da vida
É o nada...
Não há explicação
Plausível da sensação
Do ter e dar...
Apenas uma troca
Outro lado obscuro
Sem a vergonha
Que mostramos
Apenas a nós
Com o egoísmo
Por não haver divisão
Apenas compartilhamos
Sem compaixão
Do ter e dar...
Por momentos
Da hora exata ...

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